Dianova

Colabore Connosco

Sabia que pode contribuir para uma sociedade mais equitativa?

A melhor forma de reduzir custos sociais de peso, como o desemprego ou outras prestações sociais, passa por assegurar a inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade social, laboral, económica, familiar.... Ao contribuir para a capacitação (empowerment) técnica e humana de jovens e adultos, a nível de educação e formação socioprofissional, está a promover a cidadania e a igualdade de oportunidades.

O problema das drogas é um fenómeno complexo, multi-disciplinar e em constante evolução. Para poder antecipar as novas tendências de consumo e propor soluções de qualidade, é imprescindível um trabalho de investigação contínuo e uma co-responsabilização inter-sectorial. A sua colaboração permite-nos aumentar a nossa intergração nas Redes e melhorar continuamente os serviços que prestamos aos distintos perfis de consumidores e consumos.

 

Porquê colaborar connosco?

Como Organização do Terceiro Sector ou Economia Social e Solidária, acreditamos no poder que temos em contribuir para transformar a nossa sociedade. E acreditamos igualmente no poder que uma Comunicação Integrada tem neste processo de Gestão de Mudança e de Desenvolvimento Organizacional.

Numa era de escrutínio crescente, tornado cada vez maior com o advento da Web 2.0 (com a Internet, Media e Redes Sociais cada Organização está apenas a clique de ser “googlada”), por Agências Governamentais, Empresas e Patrocinadoras, Parceiros e pelo Público em Geral relativamente aos seus standards de Qualidade. Governance e Financeiros, uma estratégia de comunicação proactiva pode afastar potenciais crises enquanto posiciona uma Organização Social como um recipiente de suporte credível e merecedora da confiança dos seus múltiplos Stakeholders.

A Gestão da Reputação Corporativa é um instrumento estratégico cuja optimização deve ser maximizada em qualquer contexto organizacional. Por este motivo, gerir as relações entre os diferentes grupos de stakeholders é fundamental para que as organizações saibam interpretar a natureza das expectativas daqueles e tomar as medidas mais apropriadas tendo em conta a sua missão e valores. Barnett e Lafferty (2006) definem Reputação Corporativa como “juízos colectivos de observadores de uma organização baseados em avaliações do impacto financeiro, social e ambiental atribuído à organização ao longo do tempo”.

Se tivermos em linha de conta que a confiança – condição de funcionamento dos sistemas sociais – entre organização e consumidor/cliente tem vindo a deteriorar-se, a Responsabilidade Social das Organizações, como um novo paradigma de gestão, pode constituir-se como um novo pilar para inverter esta tendência. O World Business Council for Sustainable Development (2004) define a RSO como o “compromisso duma organização em contribuir para o desenvolvimento económico sustentado, trabalhando com empregados, famílias, comunidade local e sociedade para melhorar a qualidade de vida”.

Uma abordagem orientada aos stakeholders a nível de RSO sugere que os indivíduos que mantêm múltiplas e simultâneas relações com as organizações podem reagir às iniciativas de RSO através da compra dos seus produtos, procura de emprego ou investirem na organização (Sen e Battacharya, 2006).

Kotler (2005) usa adicionalmente o conceito de Iniciativas Sociais Corporativas para descrever as actividades desenvolvidas sob a RSO, definindo-as como “as actividades relevantes levadas a cabo por uma organização para apoiar causas sociais e concretizar compromissos de responsabilidade social corporativa”, que ajudam a contribuir para a saúde comunitária (prevenção das toxicodependências), a segurança (prevenção rodoviária), a educação (literacia informática), emprego (reciclagem e formação contínua), o ambiente (eliminação de produtos químicos), o desenvolvimento comunitário e económico (microcrédito), e outras necessidades e desejos do ser humano (fome, sem-abrigo, práticas anti-discriminatórias…).

Estas associações corporativas, sejam reputação corporativa ou responsabilidade social, constituem o novo terreno de batalha para incrementar a mind share dos stakeholders, havendo cada vez mais organizações a tentar incrementar estas associações visando uma vantagem estratégica competitiva e diferenciadora.

Uma colaboração sinérgica, materializada numa cultura de cooperação e cooptição e numa forte assumpção de gestão/partilha de conhecimento e boas práticas, com os projectos solidários Dianova tem em conta os benefícios duma associação corporativa para a Organização, seja pública, privada ou sem fins lucrativos:

  • Ajuda a atingir o posicionamento de marca desejado;
  • Cria preferência pela marca;
  • Gera tráfico e aumento do volume de vendas;
  • Ajuda a incrementar a capacidade de atrair, motivar e reter Clientes e os melhores Talentos (Recursos Humanos);
  • Incrementar a captação de recursos e capitais (Investimento);
  • Aceder a novos mercados e conseguir melhores contratos;
  • Aplicar preços premium;
  • Reforça o espírito de coesão interna;
  • Alicerça a vantagem competitiva;
  • Melhora a rentabilidade e tem um verdadeiro impacto social.

 

O Poder da Comunicação de Causas e seus benefícios e Impacto nas Organizações (Lucrativas e Não-lucrativas)

O estudo da consultora Cone (www.coneinc.com) “Inquérito de Evolução de Causas 2008” que analisa o alinhamento de iniciativas de marca e marketing social, revela que as Causas estão a evoluir para novos modelos de colaboração social e cidadania global.

  • 89% dos inquiridos afirmam que é importante que empresas, governo e ONGs colaborem para resolver a pressão social e temas ambientais;
  • 88% (18-24 anos) mudam de marca (mesmo preço e qualidade) se associada a uma boa causa;
  • Os 4 temas chave (Causas) a endereçar: 80% educação, 80% desenvolvimento económico, 79% saúde e doenças e 77% ambiente;
  • 85% querem que os empregadores apoiem mais causas sociais e 75% ofereçam donativos;
  • 79% dos empregados (Employee Engagement) consideram importante que as empresas atribuam bolsas, 76% tempo para voluntariado;
  • 75% dos consumidores (Consumer Engagement) compram produtos, 74% aprendem mais sobre a causa e 72% alteram comportamentos de consumo.

pdf Inquérito de Evolução de Causas 2008

 

O estudo Citizens Engage! Edelman Good Purpose Study 2010, da consultora Edelman acaba por revelar conclusões similares:

  • 86% dos consumidores globais acreditam de investir pelo menos o mesmo peso nos interesses da sociedade do que nos negócios
  • Na escolha de 2 marcas da mesma qualidade e preço... o P de Purpose/Propósito Social é o factor decisivo na determinação de compra acima de design, inovação e lealdade de marca: 66% compram ou recomendam os seus produtos e serviços e 64% partilham opiniões e experiências positivas~

Ler Estudo+ http://www.edelman.com/insights/special/GoodPurpose2010globalPPT_WEBversion.pdf

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