A aplicação do conceito e da prática de capital social junto das organizações da sociedade civil é da maior) relevância. Robert Putnam (1993) define capital social como as “características das organizações sociais, tais como redes, normas e confiança, que facilitam a coordenação e cooperação com vista a benefícios mútuos”.
De acordo com o “The Johns Hopkins Comparative Nonprofit Sector Project” e “O sector não lucrativo português numa perspectiva comparada”, Johns Hopkins University e Universidade Católica Portuguesa (2005), o Sector da Sociedade Civil também denominado Terceiro Sector ou Economia Social (Instituições Particulares de Solidariedade Social, Associações, Misericórdias, Cooperativas, Fundações, Organizações Não Governamentais):
Com uma sociedade internacional a tornar-se cada vez mais plural e diversificada, as organizações da sociedade civil, sector privado e agências internacionais têm vindo a aumentar a cooperação internacional, uma contribuição indispensável mundialmente reconhecida.