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Cada euro investido em prevenção permite poupar três euros gastos em tratamento. Desta forma ao apoiar iniciativas de educação e promoção de saúde contribui para a diminuição dos danos e aumento da percepção social do risco, bem como para a poupança dos custos em saúde a médio e longo prazo.
O narcotráfico é o negócio que mais dinheiro movimenta a nível mundial a seguir à área de armamento. Cada pessoa que conclui com êxito um tratamento provoca uma diminuição do número de pessoas que sustentam este tipo de transacções. Consequentemente, diminuem também as intervenções policiais, alfândegas, serviços prisionais assim como a delinquência e criminalidade (patrimonial e à integridade física) associada ao tráfico que representam elevados custos sociais.
A melhor forma de reduzir custos sociais de peso, como o desemprego ou outras prestações sociais, passa por assegurar a inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade social, laboral, económica, familiar.... Ao contribuir para a capacitação (empowerment) técnica e humana de jovens e adultos, a nível de educação e formação socioprofissional, está a promover a cidadania e a igualdade de oportunidades.
O problema das drogas é um fenómeno complexo, multi-disciplinar e em constante evolução. Para poder antecipar as novas tendências de consumo e propor soluções de qualidade, é imprescindível um trabalho de investigação contínuo e uma co-responsabilização inter-sectorial. A sua colaboração permite-nos aumentar a nossa intergração nas Redes e actualizar e melhorar continuamente os serviços que prestamos aos distintos perfis de consumidores e consumos.
A Gestão da Reputação Corporativa é um instrumento estratégico cuja optimização deve ser maximizada em qualquer contexto organizacional. Por este motivo, gerir as relações entre os diferentes grupos de stakeholders é fundamental para que as organizações saibam interpretar a natureza das expectativas daqueles e tomar as medidas mais apropriadas tendo em conta a sua missão e valores. Barnett e Lafferty (2006) definem Reputação Corporativa como “juízos colectivos de observadores de uma organização baseados em avaliações do impacto financeiro, social e ambiental atribuído à organização ao longo do tempo”.
Se tivermos em linha de conta que a confiança – condição de funcionamento dos sistemas sociais – entre organização e consumidor/cliente tem vindo a deteriorar-se, a Responsabilidade Social das Organizações, como um novo paradigma de gestão, pode constituir-se como um novo pilar para inverter esta tendência. O World Business Council for Sustainable Development (2004) define a RSO como o “compromisso duma organização em contribuir para o desenvolvimento económico sustentado, trabalhando com empregados, famílias, comunidade local e sociedade para melhorar a qualidade de vida”.
Uma abordagem orientada aos stakeholders a nível de RSO sugere que os indivíduos que mantêm múltiplas e simultâneas relações com as organizações podem reagir às iniciativas de RSO através da compra dos seus produtos, procura de emprego ou investirem na organização (Sen e Battacharya, 2006).
Kotler (2005) usa adicionalmente o conceito de Iniciativas Sociais Corporativas para descrever as actividades desenvolvidas sob a RSO, definindo-as como “as actividades relevantes levadas a cabo por uma organização para apoiar causas sociais e concretizar compromissos de responsabilidade social corporativa”, que ajudam a contribuir para a saúde comunitária (prevenção das toxicodependências), a segurança (prevenção rodoviária), a educação (literacia informática), emprego (reciclagem e formação contínua), o ambiente (eliminação de produtos químicos), o desenvolvimento comunitário e económico (microcrédito), e outras necessidades e desejos do ser humano (fome, sem-abrigo, práticas anti-discriminatórias…).
Estas associações corporativas, sejam reputação corporativa ou responsabilidade social, constituem o novo terreno de batalha para incrementar a mind share dos stakeholders, havendo cada vez mais organizações a tentar incrementar estas associações visando uma vantagem estratégica competitiva e diferenciadora.
Uma colaboração sinérgica, materializada numa cultura de cooperação e cooptição e numa forte assumpção de gestão/partilha de conhecimento e boas práticas, com os projectos solidários Dianova tem em conta os benefícios duma associação corporativa para a Organização, seja pública, privada ou sem fins lucrativos:
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Ajuda a atingir o posicionamento de marca desejado
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Cria preferência pela marca
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Gera tráfico e aumento do volume de vendas
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Ajuda a incrementar a capacidade de atrair, motivar e reter Clientes e os melhores Talentos (Recursos Humanos)
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Incrementar a captação de recursos e capitais (Investimento)
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Aceder a novos mercados e conseguir melhores contratos
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Aplicar preços premium
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Reforça o espírito de coesão interna
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Alicerça a vantagem competitiva
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Melhora a rentabilidade e tem um verdadeiro impacto social
O estudo da consultora Cone (www.coneinc.com) “Inquérito de Evolução de Causas 2008” que analisa o alinhamento de iniciativas de marca e marketing social, revela que as Causas estão a evoluir para novos modelos de colaboração social e cidadania global.
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89% dos inquiridos afirmam que é importante que empresas, governo e ONGs colaborem para resolver a pressão social e temas ambientais
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88% (18-24 anos) mudam de marca (mesmo preço e qualidade) se associada a uma boa causa
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Os 4 temas chave (Causas) a endereçar: 80% educação, 80% desenvolvimento económico, 79% saúde e doenças e 77% ambiente
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85% querem que os empregadores apoiem mais causas sociais e 75% ofereçam donativos
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79% dos empregados (Employee Engagement) consideram importante que as empresas atribuam bolsas, 76% tempo para voluntariado
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75% dos consumidores (Consumer Engagement) compram produtos, 74% aprendem mais sobre a causa e 72% alteram comportamentos de consumo
+Info http://www.coneinc.com/files/Cone25thCause.pdf
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